| Administração, Normatização e Civilidade: a câmara municipal do Recife e o governo da cidade (1829 – 1849) |
Williams Andrade de Souza |
|
| Entre a arte e política: brigadas muralistas nas cidades de Olinda e Recife na secada de 1980 |
Elizabet Soares de Souza |
|
| Artífices da manguetown: a constituição de um novo campo artístico no Recife (1991 – 1997) |
Esdras Carlos de Lima Oliveira |
|
| Quando ser gay era uma novidade: aspectos da homossexualidade masculina na cidade do Recife na década de 1970 |
Sandro José da Silva |
|
| O Costume da praça vai à Casa: as transformações urbanas e suas influências sobre os costumes da classe burguesa do recife oitocentista (1830 – 1880) |
Sandro Vasconcelos da Silva |
|
| Viver e morrer sob o rosário: rituais e práticas na Irmandade do Rosário dos Pretos da vila de Santo Antônio do Recife no século XVII |
Raquel Cristiane Muniz Florêncio |
|
| Brincantes do silêncio: a atuação do estado Ditatorial no Carnaval do Recife (1968 – 1975) |
Diogo Barreto Melo |
|
| O “Belo sexo” sob vigilância: o controle das práticas cotidianas e formais de resistência das mulheres pobres livres, libertas e escravas no Recife oitocentista (1830 – 1850) |
Grasiela Florêncio de Morais |
|
| Entre a Mercearia e o supermercado: memórias e práticas comerciais no portal do sertão |
Helder Remígio de Amorim |
|
| O teatro da guerra e a invenção do Brasil holandês: o esforço das duas coroas na retomada pela capitania de Pernambuco, de 1630 a 1635 |
Hugo Coelho Vieira |
|