| Não temos governo, não temos polícia...”: os jornais e a crítica aos aparatos policiais no Recife oitocentista (1850-1874) |
Emmanuelle Valeska Guimarães de Lima |
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| GUERREIROS DO MAR: recrutamento e resistência de crianças em Pernambuco (1857-1870) |
Wandoberto Francisco da Silva |
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| TRANSGRESSÃO E COTIDIANO: a vida dos clérigos do hábito de São Pedro nas freguesias do açúcar em Pernambuco na segunda metade do século XVIII (1750-1800) |
Gustavo Augusto Mendonça dos Santos |
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| As elites de Santo Antônio – Poder, representações e sociabilidade – o caso da Irmandade do Santíssimo Sacramento (1791 – 1822) |
Weber Carlos Andrade da Silva |
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| Brinquedo, luta, arruaça: o cotidiano da capoeira no Recife de 1880 a 1911 |
Carlos Bittencourt Leite Marques |
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| Administração, Normatização e Civilidade: a câmara municipal do Recife e o governo da cidade (1829 – 1849) |
Williams Andrade de Souza |
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| Entre a arte e política: brigadas muralistas nas cidades de Olinda e Recife na secada de 1980 |
Elizabet Soares de Souza |
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| Artífices da manguetown: a constituição de um novo campo artístico no Recife (1991 – 1997) |
Esdras Carlos de Lima Oliveira |
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| “De Guararapes veio tudo”: representações da pernambucalidade no discurso dos políticos pernambucanos (1979 – 1986) |
Leandro Patricio da Silva |
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| Garanhuns sob o símbolo do sigma: o cotidiano dos integralistas entre comunistas e o Estado Novo (1935 – 1942) |
Márcio André Martins de Moraes |
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